Permaneça nas sombras
o amor não é a resposta
e há luz no sombrio
a sorte percorre a morte
não somente sofre quem gosta
acontece a seu arrepio
arde o sangrar deste corte
e permaneço nas sombras
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
sou
mais lágrimas do que versos
mais dores do que inspiração
mais angústias que amores
mais vazios do que solidão
sou mais triste que sou poeta
mais dores do que inspiração
mais angústias que amores
mais vazios do que solidão
sou mais triste que sou poeta
The bright of your darkness
I want to be stuck
in your unreachable touch
just to find a way
to stay in this place
and fly on your lips
I want to be lost
in your eyes
feel your shadow
lighting up my
Your skin
a mirror to the moon
Our souls
dancing on a perfect mess
Before the heart beat the body
lay me down on the bright of your darkness
in your unreachable touch
just to find a way
to stay in this place
and fly on your lips
I want to be lost
in your eyes
feel your shadow
lighting up my
Your skin
a mirror to the moon
Our souls
dancing on a perfect mess
Before the heart beat the body
lay me down on the bright of your darkness
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Leave me alone
Everyday I ask why
I don't know what I need
galons and galons of wine
like a hunter
I have no creed
so hit me like a thunder
and I don't believe
what is soul? indeed
huge quantinty of weed
I can't feel the breeze
feeling this painful heartbeat
my pain, brain to squeeze
leave me alone
let me breathe
let me bleed
Don't forget me
terça-feira, 31 de maio de 2016
Passado
Falta vida na vida
de um sorriso quebrado
num quarto sombrio
Da dor outrora querida
à repulsa do sangue
dos pulsos cortados
Perdição! então me guio
na sombra de um sonho acordado
sedado, o sufoco e o sossego
no peito partido, passado
um tanto pesado, partindo, pois
que tenho todo o tesão
em respirar afogado
no fogo desta paixão
de um sorriso quebrado
num quarto sombrio
Da dor outrora querida
à repulsa do sangue
dos pulsos cortados
Perdição! então me guio
na sombra de um sonho acordado
sedado, o sufoco e o sossego
no peito partido, passado
um tanto pesado, partindo, pois
que tenho todo o tesão
em respirar afogado
no fogo desta paixão
Minha
Minha arte é minha
é minha parte
é parte minha
Minha arte é meu
parte que eu sou
arte que é meu
Sou arte que parte
minha parte que é arte
é arte que eu sou
e em parte sou teu
é minha parte
é parte minha
Minha arte é meu
parte que eu sou
arte que é meu
Sou arte que parte
minha parte que é arte
é arte que eu sou
e em parte sou teu
terça-feira, 1 de março de 2016
Valha-me, ó Deus!
Entre um trago de café
e uns goles de cigarro
na exuberância da agonia
falta amor, não falta fé
Falta a própria falta que sinto
de mim, de Deus, de nós não sei
do sorriso caído, do anjo sincero
da ingrata verdade que minto
Valha-me, ó Deus, minh'alma
que valha ao menos um conto de réis
na tauciturna turbulenta calma
sento no banco dos réus
de um conto de versos tortos
inocente no inferno, culpado nos céus
e uns goles de cigarro
na exuberância da agonia
falta amor, não falta fé
Falta a própria falta que sinto
de mim, de Deus, de nós não sei
do sorriso caído, do anjo sincero
da ingrata verdade que minto
Valha-me, ó Deus, minh'alma
que valha ao menos um conto de réis
na tauciturna turbulenta calma
sento no banco dos réus
de um conto de versos tortos
inocente no inferno, culpado nos céus
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Baby Queen
Dancing tail in the kitchen
Baby Queen just woke up
filled me with licked kisses
looked me with bunny funny ears
Look like 'I'm gonna mess'
spread mess and joy
a mess that I'll never fix
'cause I love you so, my boy
Funny thing is that
when I chose to give you a superhero's name
I never thought that you really would save me
spread love and joy
a love that I'll never forget
'cause I love you so, my boy
Baby Queen just woke up
filled me with licked kisses
looked me with bunny funny ears
Look like 'I'm gonna mess'
spread mess and joy
a mess that I'll never fix
'cause I love you so, my boy
Funny thing is that
when I chose to give you a superhero's name
I never thought that you really would save me
spread love and joy
a love that I'll never forget
'cause I love you so, my boy
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Apenas volte
Angústia, me deixa
me solta, me erra!
Os erros em si
já me lembram
todos os dias
felizes da vida
que nunca vivi
Regresse outro dia
só quando estiver
preparado pra sofrer
só
Só quando estiver forte
sem medo da vida
sem medo da morte
Regresse outra hora
prometo estar forte
Quanto à agora
só me deixe
apenas vá embora
E quando voltares
serei forte
[Apenas volte]
me solta, me erra!
Os erros em si
já me lembram
todos os dias
felizes da vida
que nunca vivi
Regresse outro dia
só quando estiver
preparado pra sofrer
só
Só quando estiver forte
sem medo da vida
sem medo da morte
Regresse outra hora
prometo estar forte
Quanto à agora
só me deixe
apenas vá embora
E quando voltares
serei forte
[Apenas volte]
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Morte
Morte!
quem dera tivesse sorte...
e é deveras bela a vida
(é o que dizem)
mas também é sozinha
soturna, sofrida
(pelo menos a minha)
Detesto o ciclo da dor
que passa e volta mais forte
com gosto de morte
fortalece mas dói
fortalece e dói
fortalece, dói
Volta a dor, não volta o amor
E essa dor que não me solta
em cada momento que passo
perdido, ardendo em revolta
feneço em meu leito meu corpo lasso
quem dera tivesse sorte...
e é deveras bela a vida
(é o que dizem)
mas também é sozinha
soturna, sofrida
(pelo menos a minha)
Detesto o ciclo da dor
que passa e volta mais forte
com gosto de morte
fortalece mas dói
fortalece e dói
fortalece, dói
Volta a dor, não volta o amor
E essa dor que não me solta
em cada momento que passo
perdido, ardendo em revolta
feneço em meu leito meu corpo lasso
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Copo d'água
Eu, sedento e só
perdido em sofrimento
com a garganta seca,
me afogo no teu copo cheio
perco o ar e o chão
engasgo com teu rancor
e a que água corrói as entranhas
dilacera minha alma
(já não vivo mais)
Calma, perdoe-me por
tomar o que não é meu
é que eu nunca tive um copo
perdido em sofrimento
com a garganta seca,
me afogo no teu copo cheio
perco o ar e o chão
engasgo com teu rancor
e a que água corrói as entranhas
dilacera minha alma
(já não vivo mais)
Calma, perdoe-me por
tomar o que não é meu
é que eu nunca tive um copo
Não tenho sonhado
Não tenho sonhado
e mesmo deixando de lado
tudo aquilo que um dia
preenchera a vida vazia
sigo sozinho e calado
Vestindo um sorriso falso
sustento a cabeça erguida
(que para mim é fácil)
conheço meu novo velho eu
e pouco tenho gostado
deste que não mais extravasa
no onírico mundo particular
Preso em minha confusão
desarrumo meus pensamentos
aniquilo meus valores
tudo vira um tornado
E já tornado quem não sou
enterro tudo que fui
O luto é esquecer o passado
e ignorar meus amores
Ainda não tenho sonhado
mas vivo de todas as dores
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Oceano
Jamais vislumbraria
que afogado neste oceano
a mim mesmo encontraria
E morto para a vida
mas vivo na profundeza
sigo perdido na beleza
deste mar profano
Meu espelho para o céu
que afogado neste oceano
a mim mesmo encontraria
E morto para a vida
mas vivo na profundeza
sigo perdido na beleza
deste mar profano
Meu espelho para o céu
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Primeiro suspiro
Eu quero você
Perto
Quero você bem
Quero você
Quero você comigo
Quero ser seu amigo
Quero só te querer
Quero você sorrindo
Quero fazer carinho
Só pra te agradecer
Pelo que me tem sido
E pelo o que podes ser
Perto
Quero você bem
Quero você
Quero você comigo
Quero ser seu amigo
Quero só te querer
Quero você sorrindo
Quero fazer carinho
Só pra te agradecer
Pelo que me tem sido
E pelo o que podes ser
Maior que o amor
O que é maior que o amor?
Minha dor e meu sofrer
que depois de te perder
incendeiam meu viver
sufocado em aflição
tento em vão respirar
porque além do coração
você também era meu ar
tortura é não te ter
e te ver com outro alguém
amargura é estar vivo
e só pensar em morrer
nas trevas me enxerguei
chorando por você
as lágrimas ardidas
que queimam o rosto
incinera a alma
como a memória do teu colo
do calor do teu abraço
olhando nos meus olhos
sorrindo, linda e calma
promentendo suas mentiras
me envolvendo em seu engodo
isso não se faz!
eu te dei meu coração
nunca vou acreditar
que minha maior paz
era minha maior ilusão
Minha dor e meu sofrer
que depois de te perder
incendeiam meu viver
sufocado em aflição
tento em vão respirar
porque além do coração
você também era meu ar
tortura é não te ter
e te ver com outro alguém
amargura é estar vivo
e só pensar em morrer
nas trevas me enxerguei
chorando por você
as lágrimas ardidas
que queimam o rosto
incinera a alma
como a memória do teu colo
do calor do teu abraço
olhando nos meus olhos
sorrindo, linda e calma
promentendo suas mentiras
me envolvendo em seu engodo
isso não se faz!
eu te dei meu coração
nunca vou acreditar
que minha maior paz
era minha maior ilusão
sábado, 5 de setembro de 2015
A mais triste canção de amor
Tudo cabe num verso
até a prosa cabe aqui
só não cabe minha dor
que também não cabe em mim
Eu queria escrever
a mais triste canção de amor
mas nada além de lágrimas
traduzem meu sofrer
Como tornar a arte morte?
talvez tenha alguma sorte
pois sofrer e viver se confundem com meu ser
num só vazio me perdi
em agonia e solidão
e você apareceu segurando minha mão
até a prosa cabe aqui
só não cabe minha dor
que também não cabe em mim
Eu queria escrever
a mais triste canção de amor
mas nada além de lágrimas
traduzem meu sofrer
Como tornar a arte morte?
talvez tenha alguma sorte
pois sofrer e viver se confundem com meu ser
num só vazio me perdi
em agonia e solidão
e você apareceu segurando minha mão
Autopsicografia (Salve, Pessoa!)
O poeta é um sofredor
sofre tão somente
que chega a sofrer de amor
o amor que deveras sente
Quando leio o que escrevi
no amor lido sinto mal
pois o amor virou pesar
e perdi meu racional
Perdido, só, sofri
o amor me fez morrer
e a vida que vivi
vi num só sopro fenecer
sofre tão somente
que chega a sofrer de amor
o amor que deveras sente
Quando leio o que escrevi
no amor lido sinto mal
pois o amor virou pesar
e perdi meu racional
Perdido, só, sofri
o amor me fez morrer
e a vida que vivi
vi num só sopro fenecer
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Prece
Sou incompreendido
e mesmo aqui perdido
no clarão que me cega
essa vida sombria.
o profundo da alma
que um dia cheia
jorra em pudor vazia
o poder que elevava
à glória de mim,
que fracassa confuso
nesse labirinto sem fim
da mente que esconde a verdade
e se oculta na lágrima
que escorre e queima o rosto
não acho eu que.
incompreendido, perdido, indisposto
cego e confuso também,
preciso que me salve.
Assinar:
Postagens (Atom)